Novos dados da Prefeitura revelam que 28 morreram por H1N1 em SP


19 apresentavam um ou mais fatores do chamado grupo de risco.
Campanha de vacinação é estendida até 29 de maio.


Nova droga conseguiu curar ratos infectados com vírus H1N1 
Imagem mostra o vírus H1N1, causador da gripe suína: interior de São Paulo já registrou duas mortes pela doença em 2013

G1,

A Secretaria de Saúde da Prefeitura de São Paulo atualizou nesta sexta-feira (17) os dados de pessoas infectadas pelo vírus H1N1 desde janeiro: foram registrados 252 diagnósticos de contaminação e 28 mortes confirmadas.
Entre as mortes, 19  apresentavam comprovadamente um ou mais fatores do chamado grupo de risco - sete pessoas morreram na Zona Sul, sete no Centro-Oeste, sete no Sudeste, quatro na Leste e três na Zona Norte. Os nove restantes ainda estão sendo estudados. Por isso, a secretaria prorrogou a vacinação contra a gripe até 29 de maio.
A secretaria também ressalta que o H1N1 é particularmente perigoso quando atinge pessoas com mais de 60 anos, grávidas, crianças até 2 anos, e pessoas com doenças crônico degenerativas, tipo cardiopáticas, diabéticas, hipertensas ou obesas.
Até o dia 15, foram aplicadas 1,877 milhões de doses, o que corresponde a 77% de cobertura da população de risco. Porém, o Ministério da Saúde pretende cobrir 80% da população de risco da cidade.
Os postos de vacinação estão em 443 Unidades Básicas de Saúde, das 8h às 17h. Além disso, a vacina é dada em postos itinerantes.
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